TOMOGRAPHIC CORRELATION OF THE MAGERL TECHNIQUE FOR C1-C2 ARTHRODESIS IN RHEUMATOID ARTHRITIS

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dc.contributor Sistema FMUSP-HC: Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e Hospital das Clínicas da FMUSP
dc.contributor.author MARCHESE, Luiz Roberto Delboni FMUSP-HC
BONADIO, Marcelo Batista FMUSP-HC
LETAIF, Olavo Biraghi FMUSP-HC
CRISTANTE, Alexandre Fogaca FMUSP-HC
OLIVEIRA, Reginaldo Perilo FMUSP-HC
BARROS FILHO, Tarcisio Eloy Pessoa de FMUSP-HC
dc.date.issued 2013
dc.identifier.citation ACTA ORTOPEDICA BRASILEIRA, v.21, n.4, p.195-197, 2013
dc.identifier.issn 1413-7852
dc.identifier.uri http://observatorio.fm.usp.br/handle/OPI/4158
dc.description.abstract Objective: To use the tomographic analysis of C1 and C2 vertebrae to assess the possibility of using Magerl's technique in patients with rheumatoid arthritis. Other objectives were to obtain anatomical data for the choice of the surgical technique in general, to establish safety parameters and obtain epidemiological data of the population in question. Methods: We retrospectively reviewed the CT scans of 20 patients with rheumatoid arthritis of the Outpatient Spine Group, IOT-HCFMUSP. Data were analyzed statistically to obtain the mean values and the variance of each measurement: the length of the C2 pedicle to the C1 lateral mass, the thickness of the pedicle and the angle of attack of the screw in the isthmus of C2 to the horizontal. Results: The mean values were, respectively: right 23.08 mm and left 23.16 mm, right 6.46 mm and left 6.50 mm, right 44.50 degrees and left 44.95 degrees. Discussion: The leading screw's manufacturers have implants compatible with the anatomical measurements found in this work. Considering the wide diffusion and mastery of Magerl's technique in our country and around the world, this is a safe surgical option that provides mechanical stability. Conclusion: Magerl's technique, according to tomographic analysis, can be used in patients with rheumatoid arthritis. Levels of Evidence IV, Case Series.
dc.description.abstract OBJETIVO: Utilizar a análise tomográfica das vértebras C1 e C2 para avaliar a possibilidade do emprego da técnica de Magerl nestes pacientes. Outros objetivos foram obter dados anatômicos para a escolha da técnica cirúrgica de modo geral, estabelecer parâmetros de segurança e obter dados epidemiológicos da população em questão. MÉTODOS: Foram analisados, retrospectivamente, tomografias de 20 pacientes com artrite reumatoide do ambulatório do Grupo de Coluna do IOT-HCFMUSP. Os dados foram analisados estatisticamente para obtenção dos valores médios e da variação de cada medida: do comprimento do pedículo de C2 até a massa lateral de C1, da espessura do pedículo e do ângulo de ataque do parafuso no istmo de C2 com a horizontal. RESULTADOS: Os valores médios encontrados foram respectivamente: lado direito 23,08 mm e esquerdo 23,16 mm; direito 6,46 mm e esquerdo 6,50 mm; direito 44,50O e esquerdo 44,95O. DISCUSSÃO: Os principais fabricantes de parafusos dispõe de implantes compatíveis com as medidas anatômicas encontradas neste trabalho. Considerando a ampla difusão e domínio da técnica de Magerl em nosso meio e no mundo todo, esta é uma opção cirúrgica segura e mecanicamente estável. CONCLUSÃO: A técnica de Magerl, segundo análise tomográfica, pode ser empregada nos pacientes com artrite reumatoide. Nível de Evidência IV. Série de Casos.
dc.language.iso eng
dc.language.iso por
dc.publisher ATHA COMUNICACAO & EDITORA
dc.relation.ispartof Acta Ortopedica Brasileira
dc.rights openAccess
dc.subject Arthrodesis; Arthritis, rheumatoid; Tomography; Artrodese; Artrite reumatoide; Tomografia
dc.subject.other transarticular screw fixation; axis
dc.title TOMOGRAPHIC CORRELATION OF THE MAGERL TECHNIQUE FOR C1-C2 ARTHRODESIS IN RHEUMATOID ARTHRITIS
dc.title.alternative Correlação tomográfica da técnica de magerl para artrodese C1-C2 na artrite reumatoide
dc.type article
dc.rights.holder Copyright ATHA COMUNICACAO & EDITORA
dc.description.group LIM/41
dc.identifier.doi 10.1590/S1413-78522013000400002
dc.identifier.pmid 24453667
dc.type.category original article
dc.type.version publishedVersion
hcfmusp.author MARCHESE, Luiz Roberto Delboni:HC:IOT
hcfmusp.author BONADIO, Marcelo Batista:HC:IOT
hcfmusp.author LETAIF, Olavo Biraghi:HC:IOT
hcfmusp.author CRISTANTE, Alexandre Fogaca:FM:MOT
hcfmusp.author OLIVEIRA, Reginaldo Perilo:HC:IOT
hcfmusp.author BARROS FILHO, Tarcisio Eloy Pessoa de:FM:MOT
hcfmusp.origem.id 2-s2.0-84883774304
hcfmusp.origem.id WOS:000324159600002
hcfmusp.origem.id SCIELO:S1413-78522013000400002
hcfmusp.publisher.city SAO PAULO SP
hcfmusp.publisher.country BRAZIL
hcfmusp.relation.reference · Carvalho MF, 2007, J BRAS NEUROCIR, V18, P30
· Cristante AF, 2012, NEUROSURGERY, V70, P835, DOI 10.1227/NEU.0b013e3182367417
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· Magerl F, 1987, CERVICAL SPINE, P322
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· Rocha ID, 2008, COLUNA, V7, P230
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· Wang C, 2007, SPINE, V32, P643, DOI 10.1097/01.brs.0000257539.75693.cc
dc.description.index WoS
hcfmusp.citation.scopus 0
hcfmusp.citation.wos 0


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