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Title: How can ecological urbanism promote human health?
Authors: FAJERSZTAJN, LaísALVES, Nilmara de OliveiraCOELHO, Micheline de Souza Zanotti StaglionarioVERAS, Mariana MateraSALDIVA, Paulo Hilário Nascimento
Citation: URBE. REVISTA BRASILEIRA DE GESTãO URBANA, v.8, n.1, p.77-95, 2016
Abstract: Abstract This special issue of URBE dedicated to Ecological Urbanism focuses on the role architects, landscape designers and urban planners can play in promoting healthier cities in Latin America. In this paper, we survey some of the empirical evidence that links the built environment with particular health outcomes. For many centuries, urban settlements were associated with adverse health outcomes, especially related to untreatable epidemics. As the science of disease transmission developed throughout the nineteenth century, the infrastructure of cities was transformed to promote improved public health. Significant gains were made, but in much of the world – Latin America included – urban health still remains a major challenge, all the more so as drug resistant strains of disease have become more prevalent. We believe Ecological Urbanism offers a promising framework for addressing these challenges. Distinguished by its integrated, multi-disciplinary foundation, Ecological Urbanism directly links both population and habitat health. This creates a natural opportunity for the design professions to play a more consequential role in shaping the health of urban settlements and, by extension, the regions they center.

Resumo Esta edição especial sobre urbanismo ecológico da revista Urbe destaca o esforço de arquitetos, urbanistas e designers em contribuir para cidades mais sustentáveis na América Latina. O objetivo deste estudo é oferecer aos arquitetos e urbanistas evidências científicas sobre como o meio ambiente urbano impacta a saúde. Historicamente, o viver nas cidades primeiro se associou com piores condições de saúde, representando um risco maior para cólera e doenças infecciosas. Depois das medidas sanitárias, viver nas cidades passou a ser uma vantagem para a saúde, quando comparado com a vida rural. Atualmente, a América Latina ainda convive com doenças infecciosas características do passado, ao mesmo tempo em que enfrenta um aumento crescente na incidência de doenças crônicas, classe de doenças que prevalecem na cidade e são modificadas pelo ambiente urbano. Com foco multidisciplinar e abordagem fluída entre diferentes escalas de análise, o Urbanismo Ecológico surge como uma solução promissora para proteger simultaneamente a saúde das pessoas e do planeta. Nós esperamos que, depois desta discussão, arquitetos e urbanistas usem a abordagem do Urbanismo Ecológico para abraçar a ideia de proteger a saúde através do exercício de suas profissões.
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