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Title: IS ENDOSCOPIC SUBMUCOSAL DISSECTION STILL LIMITED TO FEW TERTIARY CENTERS IN THE WEST? RESULTS FROM A NATIONAL SURVEY IN BRAZIL
Authors: ARANTES, Vitor NSANNA, Maria das Graças PimentaALVES, Jairo SilvaMILHOMEM-CARDOSO, Daniela MedeirosMALUF-FILHO, Fauze
Citation: ARQUIVOS DE GASTROENTEROLOGIA, v.57, n.4, p.477-483, 2020
Abstract: ABSTRACT BACKGROUND: Endoscopic submucosal dissection (ESD) enables en bloc excision of superficial neoplasms. Although ESD is widely practiced in Eastern countries like Japan, South Korea and China, its use in the West is supposed to be still limited to few tertiary centers. OBJECTIVE: This study aimed to investigate the clinical practice of ESD in Brazil by means of an electronic questionnaire elaborated by the Brazilian Society of Digestive Endoscopy (SOBED). METHODS: In October 2019, 3512 endoscopist members of SOBED were invited to respond to an electronic survey containing 40 questions divided into four topics: operator profile; clinical experience with ESD; adverse events and training. Informed consent was requested to all participants. The investigators reviewed all responses and considered valid if more than 50% of the questions were answered and additional information, when requested, was provided. RESULTS: A total of 155 (4.4%) qualified responses entered the study. ESD has been practiced in 22 of 26 Federation States and majority of respondents (32.2%) have 10 to 20 years of practice. ESD has been performed more frequently in private hospitals (101 individuals, 66.9%) and private ambulatory centers (41 individuals, 27.1%). ESD was performed mainly in the stomach (72%), followed by the rectum (57%) and 80% of the individuals reported less than 25 operations. Twenty-four (15.4 %) individuals reported perforation and 4 (2.5%) of them reported postoperative deaths. Approximately a quarter of responders denied hands-on training in models or visit to training centers. CONCLUSION: ESD appears to be practiced throughout the country, not only in tertiary or academic institutions and mainly in private practice. Most operators received limited training and still are at the beginning of their learning curve. The reported adverse events and mortality rates appear to be higher than Eastern reports.

RESUMO CONTEXTO: A dissecção endoscópica da submucosa (ESD) é uma técnica popular no Japão e em outros países asiáticos e, supostamente, ainda está limitada a centros terciários no Ocidente. OBJETIVO: Este estudo teve como objetivo investigar a prática clínica da ESD no Brasil por meio de um questionário eletrônico elaborado pela Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED). MÉTODOS: Em outubro de 2019, 3512 endoscopistas membros da SOBED foram convidados a responder a uma pesquisa eletrônica contendo 40 questões divididas em quatro tópicos: perfil do operador; experiência clínica com ESD; eventos adversos e treinamento. O consentimento informado foi solicitado a todos os participantes. Os investigadores analisaram todas as respostas e consideraram válidas se mais de 50% das perguntas fossem respondidas e informações adicionais, quando solicitadas, fossem fornecidas. RESULTADOS: Um total de 155 (4,4%) respostas qualificadas foram incluídas no estudo. A ESD foi executada em 22 dos 26 estados da Federação e a maioria dos entrevistados (32,2%) possuía de 10 a 20 anos de prática endoscópica. A ESD foi realizada com maior frequência em hospitais privados (101 indivíduos; 66,9%) e clínicas ambulatoriais privadas (41 indivíduos; 27,1%). A ESD foi realizada principalmente no estômago (72%), seguido pelo reto (57%) e 80% dos indivíduos relataram menos de 25 operações. Vinte e quatro (15,4%) indivíduos relataram algum caso de perfuração no procedimento e 4 (2,5%) deles relataram óbito pós-operatório. Aproximadamente um quarto dos respondentes negou treinamento prático em modelos ou visita a centros de treinamento. CONCLUSÃO: A ESD parece ser praticada em todo o país, não apenas em instituições terciárias ou acadêmicas e principalmente na prática privada. A maioria dos respondedores recebeu treinamento limitado e ainda está no início da curva de aprendizado. Os eventos adversos relatados e as taxas de mortalidade parecem ser maiores do que os relatos orientais.
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