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Title: The descending branch of the lateral femoral circumflex artery is a good option in CABG with arterial grafts
Authors: GAIOTTO, Fabio AntonioVIANNA, Caio B.BUSNARDO, Fabio F.PARGA, Jose R.DALLAN, Luis Alberto de OliveiraCESAR, Luis A. M.STOLF, Noedir A. G.JATENE, Fabio B.
Citation: REVISTA BRASILEIRA DE CIRURGIA CARDIOVASCULAR, v.28, n.3, p.317-324, 2013
Abstract: Introduction: The descending branch of the lateral femoral circumflex artery is an option for coronary artery bypass grafting. Objective: To evaluate the early patency and adaptation of lumen diameter using multidetector computed angiotomography. Methods: Thirty-two patients were selected to undergo coronary artery bypass grafting using the descending branch of the lateral circumflex artery, the internal thoracic artery, and other grafts. Evaluations were carried out through high resolution computed tomography performed on the 7th and 90th postoperative day. Diameters of the descending branch of the lateral circumflex artery and the left internal thoracic artery were measured 3 cm before the distal anastomosis, in the middle portion, and 3 cm after the proximal anastomosis. Diameters were compared using paired t-test (P<0.05). Results: Descending branch of the lateral femoral circumflex artery wDescending branch of the lateral femoral circumflex artery was used in 26 patients, as its use was not viable in six patients (18%). It was used as composite graft in all cases. The anterior descending branch was revascularized by the left internal thoracic artery in all cases. Patency rates of the descending branch of the lateral femoral circumflex artery were 96% and 92%, respectively. No occlusions were observed in the left internal thoracic artery (LITA) and no ischemic events were observed in the descending branch of the lateral circumflex. Descending branch of the lateral femoral circumflex artery increased the lumen diameter in the middle (P=0.001) and distal portions (P=0.006); the left internal thoracic artery (LITA) increased in the middle portion (P=0.001). Conclusion: Similar to the left internal thoracic artery, the descending branch of the lateral femoral circumflex artery showed high patency rate and positive luminal adaptation. This early evaluation confirms the descending branch of the lateral femoral circumflex artery as a potential alternative for grafting. Due to anatomical variations, preoperative femoral angiographic evaluation appears to be mandatory.

INTRODUÇÃO: O ramo descendente da artéria circunflexa lateral é um enxerto pouco avaliado e pode ser uma opção para a revascularização do miocárdio. OBJETIVO: Avaliar a perviabilidade e o remodelamento arterial do ramo descendente da artéria circunflexa lateral, em três meses de seguimento, por meio de angiotomografia de artérias coronárias. MÉTODOS: Foram analisados 32 pacientes submetidos à revascularização do miocárdio com ramo descendente da artéria circunflexa lateral, artéria torácica interna esquerda e outros enxertos. A avaliação foi realizada por meio da tomografia computadorizada de alta resolução, realizada no 7º e 90º dias de pós-operatório. O diâmetro do ramo descendente da artéria circunflexa lateral foi medido 3 cm antes da anastomose distal, na porção média e 3 cm após a anastomose proximal. As mesmas medidas foram realizadas para a artéria torácica interna esquerda. Os diâmetros foram comparados pelo método t de Student pareado (significância P<0,05). RESULTADOS: O ramo descendente da artéria circunflexa lateral foi adequado para a utilização em 26 pacientes. Em seis (18%) pacientes, o ramo descendente da artéria circunflexa lateral era inviável. Em todos os casos, o ramo descendente da artéria circunflexa lateral foi empregado sob a forma de enxerto composto. Todos os pacientes receberam artéria torácica interna esquerda para o ramo descendente anterior. A perviabilidade do ramo descendente da artéria circunflexa lateral foi de 96% e 92%, em 7 e 90 dias de pós-operatório, respectivamente. Não foram detectadas oclusões da artéria torácica interna esquerda. Não foram detectados sinais de espasmo do ramo descendente da artéria circunflexa lateral. O ramo descendente da artéria circunflexa lateral apresentou aumento de diâmetro nas porções média (P=0,001) e distal (P=0,006) e a artéria torácica interna esquerda, aumento na porção média (P=0,001). CONCLUSÃO: O remodelamento positivo sugere que o ramo descendente da artéria circunflexa lateral tem comportamento semelhante à artéria torácica interna esquerda e pode ser uma excelente opção para a revascularização do miocárdio com enxertos arteriais. Em virtude das variações anatômicas, estudos de pré-operatório podem auxiliar na seleção de casos.
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