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Title: Pletismografia respiratória por indutância: estudo comparativo entre calibração por manobra de isovolume e calibração qualitativa diagnóstica em voluntários saudáveis avaliados em diferentes posturas
Authors: BARBOSA, Renata Cleia ClaudinoCARVALHO, Celso Ricardo Fernandes deMORIYA, Henrique Takachi
Citation: JORNAL BRASILEIRO DE PNEUMOLOGIA, v.38, n.2, p.194-201, 2012
Abstract: Objective: To compare two methods of respiratory inductive plethysmography (RIP) calibration in three different positions. Methods: We evaluated 28 healthy subjects (18 women and 10 men), with a mean age of 25.4 +/- 3.9 years. For all of the subjects, isovolume maneuver calibration (ISOCAL) and qualitative diagnostic calibration (QDC) were used in the orthostatic, sitting, and supine positions. In order to evaluate the concordance between the two calibration methods, we used ANOVA and Bland-Altman plots. Results: The values of the constant of proportionality (X) were significantly different between ISOCAL and QDC in the three positions evaluated: 1.6 +/- 0.5 vs. 2.0 +/- 1.2, in the supine position, 2.5 +/- 0.8 vs. 0.6 +/- 0.3 in the sitting position, and 2.0 +/- 0.8 vs. 0.6 +/- 0.3 in the orthostatic position (p < 0.05 for all). Conclusions: Our results suggest that QDC is an inaccurate method for the calibration of RIP. The K values obtained with ISOCAL reveal that RIP should be calibrated for each position evaluated.

Objetivo: Comparar dois métodos de calibração da pletismografia respiratória por indutância (PRI) em três posturas diferentes. Métodos: Foram avaliados 28 indivíduos saudáveis (18 mulheres e 10 homens), com média de idade de 25,4 ± 3,9 anos. Todos os indivíduos foram submetidos a isovolume maneuver calibration (ISOCAL, calibração por manobra de isovolume) e qualitative diagnostic calibration (QDC, calibração diagnóstica qualitativa) em ortostatismo, sedestação e decúbito dorsal. Foi utilizada ANOVA e a disposição gráfica de Bland-Altman para a avaliação da concordância dos métodos de calibração. Resultados: Os valores da constante de proporcionalidade (K) foram significativamente distintos entre ISOCAL e QDC nas três posturas avaliadas: 1,6 ± 0,5 vs. 2,0 ± 1,2, em decúbito dorsal; 2,5 ± 0,8 vs. 0,6 ± 0,3, em sedestação; e 2,0 ± 0,8 vs. 0,6 ± 0,3, em ortostatismo (p < 0,05 para todos). Conclusões: Nossos resultados sugerem que QDC não é um método acurado para a calibração da PRI. Os valores de K obtidos por ISOCAL mostram que a PRI deve ser calibrada para cada postura avaliada.
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